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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Central de reciclagem recolhe lixo eletrônico em São Paulo


O Luxo tá no lixo já disse Joãozinho Trinta.
Cada vez mais a ecologia é questão econômica.
Gerenciada por cooperativa de catadores, central de triagem de 'e-lixo' é oportunidade para quem deseja se desfazer de eletroeletrônicos de maneira sustentável.

Não sabe o que fazer com aquele micro velho, encostado lá na estante tomando poeira? Bem, se você mora na grande São Paulo, uma boa ideia é levá-lo para a Central de Triagem de Lixo Eletrônico, no bairro da Barra Funda. Inaugurada há quatro meses, a central já recebeu cerca de 40 toneladas de material ao todo.

Gerenciada pela cooperativa de catadores Coopermiti, a central recebe todos os tipos de materiais eletrônicos, desde equipamentos de informática e celulares até eletrodomésticos.

Segundo o diretor de operações, Sérgio Levin, o projeto ainda tem capacidade para até quintuplicar a quantidade média atual, chegando a 50 toneladas mensais.

“Hoje recebemos cerca de 10 toneladas de materiais, o que é pouco perto do que ainda podemos receber e perto da quantidade de equipamentos que são comercializados anualmente”, disse Levin.

Levin conta que, entre os materiais recolhidos, a maioria é composta de produtos de informática, sendo 40% gabinetes de computador e 30%, monitores.

Os equipamentos passam por uma triagem. O que funciona está sendo armazenado – a ideia é montar uma loja no próprio local para a revenda deles, diz Levin. O que não tem conserto é vendido como sucata. Peças muito antigas e/ou curiosas estão servindo para montar um "museu de informática".

A central também retira gratuitamente doações acima de 200 kg em toda a cidade de São Paulo, gratuitamente. Basta fazer o agendamento pelo telefone 3666-0849, de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Ao todo são 23 cooperados trabalhando em uma área de 2 mil m² cedido pela prefeitura de São Paulo, e gerenciado pela Coopermiti.

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