Sua cidade no Globo

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Furacões, maremotos e glaciações


Será culpa do homem? Consequências naturais do fim ou inicio de uma glaciação?
É certo que o homem invade locais onde não precisaria estar, ao menos tão intensamente.
O filme "O Dia Depois de Amanhã" ajuda, mais do que qualquer campanha, a divulgar os efeitos da mudança climática”. Essa é a opinião de Raúl Estrada Oyuela, diretor de Assuntos Ambientais da chancelaria argentina e um dos organizadores da X Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, que será realizada em Buenos Aires, em dezembro. A reunião, da qual participarão governos de todo o mundo, se concentrará nas medidas para minimizar o aquecimento global e adaptar países e regiões à já inevitável mudança climática, que se expressa em ondas de calor, chuvas intensas, secas e derretimento das geleiras, entre outros fenômenos.

"O Dia Depois de Amanhã", uma produção norte-americana de ficção científica, dirigida pelo cineasta alemão Roland Emmerich, mostra conseqüências catastróficas da mudança climática. Assim, expõe um hemisfério norte acossado por uma improvavelmente brusca glaciação, tempestades de granizo, precipitações violentas, furacões, maremotos, migrações e todo tipo de catástrofes. O tom apocalíptico remete a um informe técnico real — elaborado a pedido do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e divulgado em fevereiro dese ano — que aponta o risco de uma verdadeira catástrofe mundial em 20 anos, com guerras e desastres naturais, devido a uma manifestação abrupta da mudança climática.

domingo, 6 de junho de 2010

Livro eletrônico, Ipanema, Lomba do Pinheiro



A discussão não pára. O e-book vai acabar com o livro em papel?
Que tal uma convivência pacífica?
É o que está fazendo a professora de português Eloisa Menezes Pereira no bairro Ipanema na Zona Sul de Porto Alegre.
Segundo ela, tudo começou quando percebeu que alguns alunos estavam se ofendendo verbalmente e até se agredindo dentro do ambiente escolar. "Decidi trabalhar com eles o tema dos cinco sentidos. Mostrar que a mão não serve apenas para bater, e a boca não foi feita para xingar", contou. Ela propôs, então, que eles escrevessem uma redação, como se fossem contar uma história para seus irmãos mais novos. "Para evitar que criassem textos tristes ou violentos", complementou.
Ao longo do processo de produção das redações, a professora ficou sabendo de um projeto da Editora Plus, o Faça um E-book na Escola. Decidiu se inscrever. A ideia dela foi selecionada, e o livro digital foi editado.
E não é que esta professora já está sendo criticada por uma colega de profissão? Deve ser uma mal amada, invejosa.
Talvez a ciumenta queira que os alunos fiquem nas esquinas. Como acontece muito na Lomba do Pinheiro onde as escolas seguidamente têm notícias de alunos mortos no tráfico de drogas.
Não contem com o fim do livro. Umberto Eco e Jean-Claude Carriere têm uma resposta para quem sustenta ou pensa que o livro físico, ou impresso será substituido pelos livros eletrônicos e pela internet ???
O italiano acredita que o erro sempre aponta para algo que não devemos esquecer para ressaltar a verdade. Para ele existem apenas duas diretrizes no cenário literário: ou o livro permanecerá sendo o suporte da leitura, ou existirá alguma coisa similar, que não fará o mesmo perder seu valor original.

sábado, 5 de junho de 2010

Clauber Rocha, um Olhar Europeu


Clauber Rocha, 1939 - 1981 . Um gênio? Mais um ícone da esquerda?
Filho de Adamastor Bráulio Silva Rocha e de Lúcia Mendes de Andrade Rocha, Glauber Rocha nasceu na cidade de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia.
Foi criado na religião da mãe, que era protestante, membro da Igreja Presbiteriana por ação de missionários americanos da Missão Brasil Central.
Alfabetizado pela mãe, estudou no Colégio do Padre Palmeira - instituição transplantada pelo padre Luís Soares Palmeira de Caetité (então o principal núcleo cultural do interior do Estado).
Em 1947 mudou-se com a família para Salvador, onde seguiu os estudos no Colégio 2 de Julho, dirigido pela Missão Presbiteriana, ainda hoje uma das principais escolas da cidade...
Começou a realizar filmagens (seu filme Pátio, de 1959, ao mesmo tempo em que ingressou na Faculdade de Direito da Bahia (hoje da Universidade Federal da Bahia, entre 1959 a 1961), que logo abandonou para iniciar uma breve carreira jornalística, em que o foco era sempre sua paixão pelo cinema. Da faculdade foi o seu namoro e casamento com uma colega, Helena Ignez.
Sempre controvertido, escreveu e pensou cinema. Queria uma arte engajada ao pensamento e pregava uma nova estética, uma revisão crítica da realidade. Era visto pela ditadura militar que se instalou no país, em 1964, como um elemento subversivo.
No livro 1968 - O ano que não terminou, Zuenir Ventura registra como foi a primeira vez que Glauber fez uso da maconha, bem como o fato de, segundo Glauber, esta droga ter seu consumo introduzido na juventude como parte dos trabalhos da CIA (Agência Americana de Inteligência) no Brasil.
Em 1971, com a radicalização do regime, Glauber partiu para o exílio, de onde nunca retornou totalmente. Em 1977, viveu seu maior trauma: a morte da irmã, a atriz Anecy Rocha, que, aos 34 anos, caiu em um fosso de elevador. Antes, outra irmã dele morreu, aos 11 anos, de leucemia...
Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), Terra em Transe (1967) e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969) são três filmes paradigmáticos, nos quais uma crítica social feroz se alia a uma forma de filmar que pretendia cortar radicalmente com o estilo importado dos Estados Unidos da América. Essa pretensão era compartilhada pelos outros cineastas do Cinema Novo, corrente artística nacional liderada principalmente por Rocha e grandemente influenciada pelo movimento francês Nouvelle Vague.

Começa a festa dos livros



Sob o tema Histórias chegam, ficam e partem daqui, em homenagem aos 25 anos da Trensurb, começa hoje a 26.ª Feira do Livro de Canoas. Até o dia 20, serão realizadas 145 atividades (132 a mais do que no ano passado) na Praça da Bandeira e no Calçadão da Rua Tiradentes.
Entre os destaques da feira deste ano estão a Leitura em Debate: A Literatura Infantil e Juvenil (transmissão via Embratel), que ocorre amanhã, com a participação dos escritores Tailor Diniz e Ana Cristina Klein e o encontro com o escritor Carlos Urbim, na segunda-feira.
Exposição Panorama dos Quadrinhos Autorais na América Latina e o Resgate Histórico dos Bairros, além do Espaço Digital também serão algumas das atrações. Na área de artes visuais, a oficina stencil, vai mobilizar artistas do grafite com o artista Luis Flávio, o Trampo.
Hoje
14h - Oficina stencil com Luis Flávio Trampo
15h - Encontro com o escritor Henrique Schneider - Auditório Rachel de Queiroz - Praça da Bandeira
16h - Abertura Oficial da Feira - Auditório Rachel de Queiroz- Praça da Bandeira
16h30 - Performance com o Homem-Banda - Auditório Rachel de Queiroz - Praça da Bandeira
17h - Apresentação Companhia Municipal de Dança de São Leopoldo - Auditório Rachel de Queiroz - Praça da Bandeira
18h - Happy Hour com Plauto Cruz - Café da Feira - Praça da Bandeira
Domingo
14h - Oficina stencil com Luis Flávio Trampo
15h - Discussões literárias com Tailor Diniz e Ana Cristina Klein - Auditório Rachel de Queiroz - Praça da Bandeira
Cine Literário A Queda - As Últimas Horas de Hitler - Auditório da CDL (Rua Muck, 356 - 2º andar)
16h - Discussões literárias - Leitura em Debate: A Literatura Infantil e Juvenil (transmissão via Embratel) - Auditório Rachel de Queiroz - Praça da Bandeira
Encontro com Fabiano Gummo- mediação de Alex Vieira (Prego) - Usina de HQ’s
17h - Happy Hour com Frank Jorge - Rock - Café da Feira - Praça da Bandeira
18h - Lançamento da Revista Prego 8 - Usina de HQ’s
Fonte: Diário Gaúcho

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Avenida da Igreja - Tramandaí RS



É onde fica a colônia de férias da Ufrgs, a Prefeitura, o Ginásio Gigantinho (Não é o do Inter), o camelódromo e claro a Igreja. E no seu fim fica o Mar.
Em uma de sua Travessas, quase em frente à Igreja, fica a Pastelaria Delícia. Pastéis a partir de cinquenta centavos, de alta qualidade. Então você faz o pedido e aguarda meia hora no inverno. No verão pode ter que esperar até uma hora e vinte minutos, devido à grande procura. Mas vale a pena, pois é uma delícia. Aliás, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
A feira do livro de Tramandaí é realizada no Gigantinho.
Há um movimento para que a feira seja feita no inverno, para os estudantes participarem, aumentando o público médio. Ganham os estudantes, perdem os veranistas...
Uma coisa é certa; Tramandaí precisa de mais feiras de livros. Inclusive de uma feira de trocas de livros, gibis , revistas, cds, Dvds ....
Os cavalarianos da 26ª Cavalgada do Mar chegaram no final da manhã de 22 de Fevereiro a Tramandaí, após percurso de 26 quilômetros. As pessoas que estavam na beira da praia pararam para observar a extensa fila, formada por 3 mil integrantes. Na praia de Salinas, houve uma parada em um pequeno lago que se formou com a chuva de segunda-feira, para que os cavalos pudessem beber água.

Os integrantes da Cavalgada pernoitaram no Terminal Turístico de Tramandaí, onde foi promovido um baile.Passaram pela av da Igreja, parando em frente á Prefeitura para recepção do Prefeito. Alguns criticam a cavalgada mas consomem drogas como Maconha, cocaina e outras....

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Corpus Christi em Joinville SC


A rua do Príncipe mais uma vez recebeu os fiéis.
Praça Nereu Ramos, Casa Sofia, Lojas Salfer, Farmácia Minâncora, rua das Palmeiras e Lanchonete Palmeirão foram testemunhas do evento no dia 3 de Junho de 2010.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Museu Farmacêutico Moura - Pelotas - RS


O Museu Farmacêutico Moura adota como missão registrar, preservar e expor a evolução da indústria farmacêutica em Pelotas e no mundo, e também a história do medicamento na evolução do homem, cumprindo assim um papel social importante de resgate da história e da memória, levando ao público o conhecimento e conseqüente valorização da profissão farmacêutica.
O Museu esteve muito bem representado em congresso internacional de farmácia recentemente realizado na PUC em Porto Alegre. Na ocasião além de mostrar parte do acervo o museu distribuiu sacolas ecológicas de pano.
Fonte http://www.museufarmaceuticomoura.com.br