Sua cidade no Globo

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Joinville. Com Viasul ou Pluma ?


Cada acidente da Pluma nos incomoda.
Em 1976 a Pluma, rumo à Curitiba, deixava seus passageiros no trevo de acesso à cidade.
Os tempos mudaram.
E agora temos a Viasul, menos de Porto Alegre.
Mas de Várias cidades do Rs, inclusive de muitas para São Francisco do Sul, São Chico.
De Arroio do Meio,Caxias do Sul, Encantado, Estrela, Farroupilha, Garibaldi, Gramado, Guaporé, Lajeado, Novo Hamburgo, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, São Leopoldo, Sapiranga, Taquara, vacaria e Venâncio Aires.
Rio Grande do Sul - Santa Catarina .
A integração nao pára.
Florianópolis, Garopaba, Itajaí, Itapema, Tubarão, Balneário Camboriú....

domingo, 26 de dezembro de 2010

Secos e Molhados


Em plena ditadura militar eles inovaram.
Foram os primeiros cara pintadas
Vivemos em uma sociedade com jovens tão alienados , que não Lutam por seus interesses e por uma sociedade melhor , jovens tal que se quer sabem em quem votaram na ultima eleição, ou os que não votarm porque o voto era facultativo . Facultativo ? eles nem sabem o que significa essa palavra, não é desmerecendo os jovens de hoje ,mas eu me pergunto aonde estão os Caras Pintadas ?

Os caras pintadas Foram um marco em 1992 ,Caras-pintadas foi o nome dado aos jovens e estudantes que, em agosto e setembro de 1992, pintaram o rosto de verde e amarelo e organizaram passeatas pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello. O primeiro presidente eleito pelo voto direto desde 1961 –quando Jânio Quadros saiu vencedor das urnas– foi acusado pelo próprio irmão, Pedro Collor de Melo, de cumplicidade com seu tesoureiro de campanha, Paulo César Farias, acusado de cometer crimes como enriquecimento ilícito, evasão de divisas e tráfico de influência.
Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (Vocais, Violão, Harmônica), Ney Matogrosso (Vocais), e Gérson Conrad (Vocais, Violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e terminar igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).

No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

Seu álbum de estréia, Secos e Molhados I (1973), foi possível graças à tais performances que despertaram interesse nas gravadoras, e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de 700.000 cópias no país. Desentendimentos financeiros fizeram o grupo se desintegrar em 1974, ano do Secos e Molhados II (1974), o último em que todos os membros iniciais participaram, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em A Volta dos Secos & Molhados (1978) e Teatro? (1994) e Gérson continue a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde Água do Céu Pássaro (1975).

Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posiciou o primeiro LP em 5º lugar na sua Lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a "Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano" o colocou na 97ª posição.

Que Fim Levaram Todas As Flores?
Secos & Molhados
Composição: João Ricardo

Que fim levaram todas as flores?
Que o preto velho me contava
Que fim levaram todas as flores?
Que a rainha louca não gostava
Que a lapela morta carregava
Que o olhar de todos me lembrava

Que fim levaram todas as flores?
Que qualquer coisa não estragava
Em qualquer dia que podia
Com grande amor e alegria
Que fim levaram todas as flores?
Que a criança às vezes me pedia

Flores Astrais
Secos & Molhados
Composição: João Ricardo / João Apolinário

Um grito de estrelas vem do infinito
E um bando de luz repete o grito
Todas as cores e outras mais
Procriam flores astrais
O verme passeia na lua cheia

Curiosidades sobre o grupo Secos e Molhados



A primeira apresentação acontece no bar Kurtisso Negro de propriedade de Peter Thomas, Oswaldo Spiritus e Luiz Antonio Machado no bairro do Bixiga, em São Paulo.

Com essa formação chegam a ser convidados para gravar por Solano Ribeiro (diretor/criador dos maiores festivais de música no país) na gravadora Som Livre, mas Pitoco resolve continuar carreira solo, já que havia lançado um compacto-simples com músicas suas inéditas.

Em outro dia, apresentava-se no mesmo Kurtisso Negro, uma cantora e compositora chamada Luli (hoje Luhli) com quem João viria a compor alguns dos maiores sucessos da banda. Ela sugere-lhe um vocalista que João procurava e que morava no Rio de Janeiro: Ney de Souza Pereira, futuro Matogrosso.

Em 10 de novembro de 1971, muda-se para São Paulo e nesse mesmo dia á noite gravam a música Vôo para a peça de Antunes. Depois de alguns meses, Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo, é incorporado ao grupo. O Secos & Molhados começa a ensaiar e depois de um ano se apresenta no teatro do Meio, do Ruth Escobar, que virou um misto de bar-restaurante chamado "Casa de Badalação e Tédio".

No dia 23 de maio de 1973, o grupo entra no estúdio "Prova" para gravar - em sessões de seis horas ao dia, por quinze dias, em quatro canais – seu primeiro disco, que vendeu mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, atingindo um milhão de cópias em pouco tempo.

Os Secos & Molhados se tornaram um dos maiores fenômenos da música popular brasileira, batendo todos os recordes de vendagens de discos e público. Em fevereiro de 1974, fazem um concerto no Maracanãzinho que bateu todos os índices de público jamais visto no Brasil. Em agosto do mesmo ano, é lançado o segundo disco e João Ricardo decide reciclar os integrantes da banda.

Em maio de 1978, João Ricardo lança o terceiro disco dos Secos & Molhados com Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão. Surge mais um sucesso do grupo, "Que Fim Levaram Todas as Flores?", canção mais executada no Brasil naquele ano. Agosto de 1980, junto com os irmãos Lempé - César e Roberto – o Secos & Molhados lança o quinto disco . A quinta formação do grupo nasce no dia 30 de junho de 1987, com o enigmático Totô Braxil, em um concerto no Palace, em São Paulo. Em maio de 1988 sai o álbum "A Volta do Gato Preto". Simplesmente sozinho, em 1999, João Ricardo lança "Teatro?" mostrando definitivamente a marca do criador dos Secos e Molhados.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Pagode em São Leopoldo


Na rua grande, a Independência, se vê muita coisa.
Muitas lojas, alguns bancos, Farmácias e pessoas.
Decedentes de todas as tribos.
Pura energia, de Paulinho da Viola, Leci Brandão, Martinho, Benito
De Zumbi, de Jacobina, de Manoel, de Soráia, de tantos...
Café Marrakech no número 375 tem Samba de primeira, num sincretismo maravilhoso.
Quintas e Domingos a partir das 2030 é pagode de primeira na terra de Lindolfo Collor

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Dalto, muito estranho


Diziam que ele é cantor de uma única música.
Mentira.
No início da década de 70, Dalto atua como vocalista do grupo niteroiense de rock "Os Lobos", com o qual gravou o compacto Fanny pela gravadora "Top Tape". Após esse breve início de carreira, sai do grupo para estudar Medicina, formando-se médico. Em 1974, lança-se em carreira solo gravando um compacto simples para a Odeon. O sucesso, contudo, só apareceria mesmo nos anos 80, mais precisamente em 1981, quando obteve seu primeiro êxito como compositor com a canção Bem-te-vi, parceria com Cláudio Rabello mas gravada por Renato Terra, a qual vendeu 250 mil cópias.

No ano seguinte, já como intérprete, obteria o seu maior sucesso de sua carreira: Muito estranho — cuida bem de mim, lançada em compacto e LP pela EMI-Odeon.

Outro grande sucesso do cantor é a música "Anjo", gravada em 1983 pelo grupo Roupa Nova, a canção foi composta em parceria com Cláudio Rabello e Renato Correa.

Atualmente, Dalto entrou para trilha sonora da novela Viver a Vida com a canção "Faça um Pedido"

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Kidiaba


Em 1974 Valdomiro Vaz Franco marcou o gol que classificou a seleção Brasileira.
Foi contra o Zaire que é o atual Congo.
Pois agora em 2010 o Inter perdeu para para o Mazembe de Kidiaba e CIA.
Zaire (em francês Zaïre, derivado do português Zaire, originalmente uma má pronúncia do termo kikongo nzere ou nzadi ["o rio que traga todos os rios"][1]) foi o nome que adotou oficialmente a atual República Democrática do Congo entre 27 de outubro de 1971 e 17 de maio de 1997. O termo ainda é frequentemente usado para se referir a esse país.

A instabilidade e as revoltas que assolaram o Congo até 1965 culminaram com a tomada do poder por parte do tenente-general Mobutu Sese Seko, à época comandante em chefe do Exército congolês. Mobutu autodeclarou-se presidente por cinco anos e em 1970 consolidou o seu poder ao ser eleito presidente sem oposição. Em 1971 foi adoptado o novo nome do Estado, com a proclamação oficial da República do Zaire. Este nome e os novos símbolos nacionais mantiveram-se até 1996, quando em finais da Primeira Guerra do Congo Mobutu foi derrubado e fugiu do país. Laurent-Désiré Kabila assumiu a presidência e proclamou a República Democrática do Congo

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

História do Carnaval de Porto Alegre


O carnaval de Porto Alegre teve origem no século XVIII com o Entrudo, brincadeira trazida pelos açorianos, na qual as pessoas atiravam umas nas outras limões (uma bola de cera do tamanho de um limão, cheia de perfume), e havia casos em que se atiravam ovos e farinha nas "vítimas".

No século XIX, o Entrudo deu lugar às Sociedades carnavalescas. A Esmeralda (verde e branco) e os Venezianos (vermelho e branco) mudaram e dominaram o carnaval nessa época, em torno de larga rivalidade entre ambas.

Houve um tempo de grandes bailes no Teatro São Pedro. Quem não frequentava os salões partia para a Cidade Baixa, Menino Deus, Azenha ou Bairro Santana, onde a diversão era garantida. As variadas fantasias só dependiam da imaginação dos foliões. Os homens adoravam se vestir de mulher, sendo ajudados pelas esposas, mães ou irmãs.

Blocos, ranchos, cordões de sociedade e tribos carnavalescas foram as primeiras grandes atrações de nossos desfiles, até que surgisse, por volta de 1960, as primeiras Escolas de Samba. Os primeiros desfiles oficiais foram realizados na Av. Borges de Medeiros, e anos depois, na Av. Loureiro da Silva, a Perimetral. Ali permaneceram os desfiles até 2004, quando o sambódromo no Complexo Cultural Porto Seco foi inaugurado. Uma obra destinada para ter a maior e mais moderna pista de desfiles do país, investimento do poder público municipal para o Carnaval da grande Porto Alegre.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Inter



O Internacional ganhou um presente do Hotel Beach Rotana para a sua estadia durante o Mundial de Clubes, em Abu Dhabi. Desde a última quarta-feira, foi liberado o sinal de um canal brasileiro, a Globo Internacional, que ficará à disposição de todos os quartos até a despedida do Inter, no dia 19 de dezembro.

Além do canal oferecido como cortesia, o hotel resevou o sétimo e último andar para que o time não seja afetado pelo barulho que atormenta os hóspedes das 8h às 17h. Um restaurante está em reforma no segundo andar e poderia prejudicar o descanso dos atletas.

O som de furadeiras, martelo e serras elétricas ainda podem ser ouvidos no hall do andar, mas Frederico Nante, responsável do comitê organizador pela logística do clube, disse que dentro dos quartos o barulho é inexistente. O Terra tentou acesso a um dos cômodos para comprovar, mas o andar já está reservado para a delegação.

Durante a estadia, o Inter ainda terá exclusividade em um local para as refeições, uma sala de reuniões, uma sala de massagens e um cômodo para depósito de materiais. Nas demais dependências, como praia e piscina, os jogadores a princípio terão contato com os hóspedes.

Para garantir o máximo de privacidade, o acesso ao hotel será controlado, e quem não estiver hospedado só poderá entrar com um crachá distribuído pelo clube. O isolamento deve ser a marca da participação do Inter em Abu Dhabi, já que os jogadores só terão contato com a mídia nos treinos noturnos e dias se jogos.

Dentro dos quartos, o acesso à internet e telefone está liberado pelo hotel - o clube determinará as regras. O frigobar só terá água e alimentos permitidos pela nutricionista responsável.